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Maison Thathys

Onde tudo pode acontecer!!!

Onde tudo pode acontecer!!!

Maison Thathys

25
Jul12

Não acredito em duendes!


thathys

Como sempre Maria tentava se convencer... "Duendes não existem!" Como é possivel? Ultimamente a casa dela andava estranha... Por vezes as coisas pareciam que deixavam de existir.

 

Ou apareciam de repente em sitios beme estranhos. Tudo por causa de uma promessa! Porque é que tinha prometido há sobrinha que acreditava em duendes? E porque é que ela com 26 anos acreditava mesmo nisso?

Por isso pensava na canção... Como é que ela começava mesmo?

 

Duende duendito serás tu o meu escolhido?

Serás tu quem me protega a casa?

Serás tu que escondes o meu dedinho?

Será que era mesmo assim o raio da canção?

 

Depois de pensar muito e sabendo que um duende não a iria repreender por causa de não se lembrar, pensou para si própria... Eu??? Acreditar em duendes... Pfff! Mais que fazer!

 

Mas as coisas continuavam a desaparecer! E a aparecer em sitios nunca antes pensados! Mas e agora? Fiz a promessa, pensa ela, e agora tenho que aceitar isto tudo como se fosse culpa de um duende?

Não, pode ser! E porque é que não me lembro do raio da canção? E agora? Será que me vou perder? Qual será o meu castigo por ter prometido e não querer acreditar?

 

Será melhor comprar um duende daqueles de loiça e por no meu jardim... Ou melhor lembrar o raio da canção?

Por isso e por outra devo é deixar de prometer estas coisas a crianças! Por isso o dias passavam... E o raio das coisas? Lá desapareciam e voltavam a aparecer... E porquê o raio do sitio ser tão estranho? Se calhar fui eu que lá as puz... Vou comprar um dragão ou se calhar arranjar uma cãmera daquelas que se liga mal haja movimento em algum sitio... Ai disparates! Duendes não existem! Eu é que estou doida varrida! E... Não! Nem pensar! Como pode umas chaves de casa aparecerem no frigorifico? Se calhar fui eu, mais nada!

Será que vou acreditar em duendes? Não sei...

 

Por isso um dia Maria adormeceu... A dormir bem ouviu um som, lá no fundo dos seu sonhos... Um rir tão bonito! Mas que desapareceu no seu dormir bem bom.

 

O duende? Esse ria a bom rir, pois sabia que a humana um dia ía se lembrar de algo num pestajenar de olhos, mas poria para trás costas e voltaria a dizer... “Duendes? Não! Eles não existem!

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