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Maison Thathys

Onde tudo pode acontecer!!!

Onde tudo pode acontecer!!!

Maison Thathys

28
Mai09

Vale a pena ler isto!


thathys

 

 MULHERES POSSÍVEIS... 

Texto na Revista do Jornal O Globo

 

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. 

 Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. 

 Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! 

               E, entre uma coisa e outra, leio livros. 

               Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. 

               Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. 

               Primeiro: a dizer NÃO. 

               Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. 

               Culpa por nada, aliás. 

               Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. 

               Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. 

               Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. 

                Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. 

               Você não é Nossa Senhora. 

               Você é, humildemente, uma mulher. 

               E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. 

               Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. 

                É ter tempo. 

               Tempo para fazer nada. 

               Tempo para fazer tudo. 

               Tempo para dançar sozinha na sala. 

               Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. 

               Tempo para sumir dois dias com seu amor. 

               Três dias. 

               Cinco dias! 

               Tempo para uma massagem. 

               Tempo para ver a novela. 

               Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. 

               Tempo para fazer um trabalho voluntário. 

               Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. 

               Tempo para conhecer outras pessoas. 

               Voltar a estudar. 

               Para engravidar. 

               Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. 

               Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. 

                Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. 

                Existir, a que será que se destina? 

               Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. 

               A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. 

                Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. 

               Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. 

               Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! 

               Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. 

               Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. 

               Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. 

                Desacelerar tem um custo. 

               Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. 

               Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. 

                E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'. 

                Martha Medeiros - Jornalista e escritora

 

26
Mai09

Não tenho escrito nada de jeito!


thathys

Por acaso é verdade... falava muito da minha vida e... depois... não apateceu mais falar sobre isso... por vezes mando bocas e de resto deixei-me dessas coisas... lol


Mas estejam descansados que brevemente o blog vai mudar para um visual mais descontraído e vou mesmo tentar escrever algo de jeito...


Então...


Até logo!

11
Mai09

Os bons velhos tempos


thathys

Alta viagem ao passado!!!!
 
 
 



...estava eu a pensar, quando, numa tempestade de ideias me lembro que antigamente este chocolate se chamava RAIDER.

 (Nunca vi estes chocolates na minha vida... O Twix foi sempre a minha onda também...)
 


 
 

A PROVA! eis quando me começo a lembrar de COISAS... As pastilhas pretas que comprava (na velha) e comia às escondidas (porque diziam que tinham DROGA) quando andava na preparatória

 (Também nunca vi tal coisa era mesmo viciada em gorilas...lol)
 


 
 

Com uma destas

(Adorava esta moedinha dava para comprar tanta coisa!)
 


 
 

comprava uma destas (com os pacotes grandes dava para encher a boca e fazer bolas do tamanho de casas). Claro que as melhores eram as gorila de laranja e as de morango...

 (Viciada!!!)
 


 
 

Os lindos flocos de neve

 (Nunca gostei muito destes rebuçados)
 


 
 

E as chiclets que roubava da mala da minha avó

 (Adorava!!! E roubava antes ao mano)
 


 
 

Petazetas para encher a boca e rezar para um daqueles bocados GRANDES não estalasse com muita força (e ficar de boca aberta, claro, caso contrário não se ouvia o barulho!)

(Viciada!)
 


 
 

Estes lembro-me que comia quando ia ao cinema. Os "diamantes" faziam salivar que se fartavam!

 (Muita Bons!!!!)
 


 
 

cantávamos "suguinhos, suguinho, colam-se aos dentinhos!" (meter um de cada sabor na boca ! hmmmm!)

 
 (Os de limão ainda são os meus preferidos!)


 
 

A bela "bomboca dji morango", que ainda hoje quando a encontramos compramos logo uns caixotes!

 (Comia mas não era uma coisa que gostasse lá muito)
 


 
 

No lanche da primária, mas principalmente na praia; pegava na palhinha do capri-sonne DE MAÇÃ, e já com a mania que era rebelde, espetava-a na parte de baixo do pacote! YEAH!

 (Verdade! Fazia o mesmo!)
 


 
 

E as festas? Lições 100? Havia sempre 1 que levava as tortas Dancake. Se fosse de chocolate, era um instantinho a desaparecer, se fosse de morango, demorava um bocadinho mais, mas também marchava, agora se fosse aquela de baunilha...

 
 (Verdade verdadinha... Pa mim marchavam todas...lol e ainda marcham... mas só de vez em quando)


 
 

Qual mp3, quais gigas! As belas mixtape gravadas da rádio, ainda com restos da voz dos parvos dos apresentadores dos programas que insistiam em falar por cima da música!

 (Confesso... ainda tenho montanhas de K7s)
 


 
 

E este? Quem teve? Era o delírio, com os discos de imagens. Eu não tinha muitas, mas as histórias que inventava com aquilo eram sempre diferentes.

 (Ainda tenho um com a história da damo e o vagabundo...)
 


 
 
 

eh pá! Tulicreme! E ainda antes de terem inventado o parvo do urso! O de cacau era maravilhoso, o de avelã bem podia ficar na prateleira do supermercado.

 (Muita Bom!)
 


 
 
 

E estes? Lembram-se onde saíam?

 (Claro que sim!!! Tinha um dossier cheio deles!)
 


 
 

Tive um macaco destes. Tinha um buraco na boca e supostamente chuchava no dedo. Claro que o meu era muito mais giro. E não tinha este pescoço de indio que mete argolas para o esticar.

 (Não tive mas brinquei com ele também...)
 


 
 

"Toma lá, e não gastes tudo em gomas!" - Ouvi muitas vezes também.

 (Com esta nota eramos ricos!)
 


 
 

Atiravamos com isto para todo o lado. Até ficarem todos sujo, cheios de pêlos e cotões e pó e cabelos (sim, ficavam, não podem negar!) Mas era fantástico porque depois, só com um bocadinho de água e sabão, ficavam outra vez reluzentes e prontinhos para voltarmos a atirá-los aos móveis, ao tecto, ao chão, á cabeça dos nossos colegas...:P

 (Verdade!)
 


 
 

e as modas? esta era mesma parva. E feia. Mas na mesma percorri kms para a encontrar e comprar.

 (Usei a das amigas...)
 


 
 

Este gajo a mim irritava-me."O sabichão"... Com a mania que era esperto! Comigo não se safou, que eu virei-lhe a vareta de modo a dar as respostas todas erradas. TOMA!

 (Tardes e tardes inteiras a jogar a este jogo...era tão giro!)
 


 
 

"Pró natal, o meu presente, eu quero que seja..." A minha agenda e o Natal. Isto só me faz lembrar do Natal dos Hospitais e de quanto eu queria pertencer ao Coro de Sto Amaro de Oeiras.

 (Também tive esta agenda!)
 


 
 

Também tive uma destas. Saltei tanto com ela que de tanto roçar no chão, a bota ficou com uma boca...

 
 (Tive antes um Limão que não havia dinero pa este...)


 
 

Os estojos do poder. Com botões. Com compartimentos secretos para guardar as folhinhas e as borrachas de cheiro. Eram excelentes. Não faziam barulho como os estojos de lata, mas em comparação eram enormes.Eram mesmo bons para levar naquelas mochilas de 50 litros que nos fizeram escolioses.

 (Tive uma!)
 


 
 

E no verão... o frigorífico cheio de fás, que nós chupávamos até o gelo ficar sem cor.

 
 (Comia aos montes!)


 
 

Bem, que viagem.

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